diHITT - Notícias PARAneura: Junho 2012
quinta-feira, 28 de junho de 2012 5 PARA comentar

PARA UMA lágrima de procura.

Onde você está? Minha doce alegria, porque ainda estou  no breu , porque não há continuidade no sorriso, penitência de ter alma no céu, consequência de sempre querer transpor os véus.
 Responda oráculo da sapiência....
 Grito para dar som  ao vazio
 Porque tão brilhante mente, tão brilhante alma, tão sopro vital de vida, em uma lágrima que sempre está a descer.
 Que terrível é sempre apostar no erro, que caos é sempre trazer ausência, que ardor é este sempre em chamas, por algo que ainda não foi inventado.
 Espero anciosa para que realmente encontre um tempero forte e que traga sabores que não experimentei e nessa aventurosa busca sempre me acho perdida, ferida, obcecada por aquilo que nunca vai ser meu.
 Terrivelmente delicioso é viver intensamente os dissabores de uma vida, que vivo por não querer morrer e por querer morrer dentro de um fogaréu que se esconde de mim.
O que me resta, desenhar um sorriso bonito e voltar a vida de plástico, para aliviar a sorte  de que sou feliz.
sexta-feira, 8 de junho de 2012 8 PARA comentar

PARA ele e PARA ela

 Dedico esse texto a inspiração de palavras de um bom amigo, em uma noite fria, cheia de esperança e risos.
Alexandre !

  ao som de Augustana - Boston

 
Na luz do sol, há alguém? Oh começou...
Querida você parece tão perdida, seus olhos estão vermelho e lágrimas são derramadas

Eu acho que preciso de um nascer do sol, estou cansada de pôr-do-sol,
Eu ouvi que é legal no verão, um pouco de neve seria legal...
Boston...onde ninguem sabe meu nome




 Ainda estou aqui, ainda moro na mesma rua, a rua das amoras, ainda sento no banco de praça nas tardes de sol claro. 
Se der apareça aqui um dia desses, eu sei que você sabe achar os passos que te trarão até  mim, até as amoras. 
Ainda caem folhas no outono, ainda acordo atrasada e esqueço o café na mesa da sala, ainda estou aqui, o mesmo olhar, o mesmo gosto, as mesmas janelas azuis. Nada mudou, só as estações que tentaram mudar esse lugar, mas no final eu sempre voltava as coisas  pro seu eixo, na espera de você chegar!



TEMPO
 tempo
 ESTRADA 
 caminho
LÁGRIMA
 perdido
 espera
 NOVO
 tempo
 TEMPO


Minha linda alma clara, que encheu tanto um vazio que eu te dei.
 Veloz foi o tempo que roubou tanto de mim
Onde foi que eu andei?Que meus pés já não sabem voltar
Criei minhas estradas e de ler tantas páginas suas, acabei  tentado em ler outros livros, conhecer outras linguas, me aventurar no acaso de uma noite fria, descobrir o beijo dos corpos, a aurora de almas além daqui
 Já não sei se volto, já não sei voltar, o vento acabou soprando os passos que me levavam até você.
Só te peço que mande as estações secarem as amoras  que estão no pé, já não volto hoje....... já não volto mais.
 
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